Das três refinarias privatizadas por Bolsonaro, nenhuma opera em plena carga

Acredite. Das três refinarias privatizadas no governo Jair Bolsonaro, em nome de uma maior concorrência no mercado de combustíveis, nenhuma opera em plena carga. A maior delas, a baiana Mataripe, chegou a operar, em alguns períodos, com metade da capacidade instalada. E tem cobrado, em média, gasolina e diesel cerca de 8% mais caros do que os da Petrobras. No gás de cozinha, os preços são até 40% maiores.

As outras duas, em Manaus e no Rio Grande do Norte, não refinam uma gota de petróleo. A planta amazonense foi vendida em novembro de 2022, com capacidade para refinar 46 mil barris de petróleo por dia. Hoje, funciona apenas para tancagem. Já a refinaria potiguar Clara Camarão, vendida em junho de 2023, está parada.

Autor/Veículo: O Globo (Ancelmo Gois)

Compartilhe:

Facebook
Twitter
LinkedIn

Veja também:

Petróleo fecha em alta após ataques entre EUA e Irã

Países intensificaram ataques neste fim de semana e ameaçam escalada no Oriente Médio Os preços do petróleo fecharam em alta de mais de 1% nesta segunda-feira (29), depois que os ataques entre os Estados Unidos e o Irã destacaram a fragilidade do acordo de paz provisório entre os dois países,

Leia mais... »

Oferta recorde amplia espaço do etanol no mercado

O mercado brasileiro de combustíveis vive um cenário favorável ao etanol, apoiado pela maior oferta, avanço da produção a partir do milho e preços mais competitivos frente à gasolina. A tendência é de ampliação da presença do biocombustível no abastecimento nacional. Desde o início do conflito geopolítico que pressionou o setor energético

Leia mais... »